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Perguntas e respostas para os jovens

Esta página é para os jovens mais crescidos e que procuram respostas para algumas perguntas.

Clicando num link salta-se para a resposta. Ver também as nossas dicas sobre a navegação na Internet.

Ainda tem perguntas? Envie-nos um mail para: info@NOSPAManimalfreedom.org Nas respostas que embaixo apresentamos há links para artigos mais extensos no site da Animal Freedom.

 
  O que é a bio-indústria?
É aceitável encerrar os animais?
É absolutamente necessário para a saúde comermos animais?
Como posso eu comer sem ser à custa de animais?
É permitido matar um animal?
Os animais têm amor pelos seres humanos?
O que é isso, "respeito pelos animais"?
As pessoas têm mais valor que os animais?
Quais são as objeções ao comércio livres entre os países?
Os animais nos jardins zoológicos são felizes?
É aceitável que ensinemos os animais a fazerem truques como no circo?
     

O que é a bio-indústria, e o que é que faz de mal?

A bio-indústria é a criação de animais em grande número em espaços muito reduzidos. Os animais são tratados como se fôssem coisas com apenas a necessidade de comer beber e abrigo. Como os animais vivem apertados têm de ser protegidos contra doenças contagiosas. Isto é feito por meio da adicção de antibióticos às rações que lhes são fornecidas. Além da vantagem de não adoecerem tão depressa crescem também mais depressa. Assim que deixam de crescer (no caso dos porcos e das galinhas) ou quando um animal mais novo produz mais leite (caso das vacas) são levados para o matadouro As rações destes animais vêm em parte do Terceiro Mundo, e o estrume é transportado a grandes distâncias na Holanda para ser depositado. A objecção contra a bio-indústria é que o animal não tem a possibilidade de viver uma vida conforme a sua natureza. Mal se pode mexer (algumas porcas vivem permanentemante entaladas entre barras), são (no caso das vacas leiteiras) contantemente mungidas e expremidas até à exaustão, ou não podem movimentar-se e saírem do molhe de animais em que vivem (galinhas em baterias). Estas são apenas algumas das muitas objecções. Muitas vezes passam os dias quase inteiros no lusco-fusco e (excepto às vezes as vacas) não saiem para fora.

   

Podemos fechar os animais assim?

Animal Freedom acha que os seres humanos e os animais são diferentes, os seres humanos são por exemplo melhores em Matemática. Mas também acham os que têm igualmente direito à liberdade. A liberdade é para os seres humanos e animais o mais importante de tudo. Na natureza, e durante os milhões de anos que a vida existe na Terra nunca houve nenhum animal que desse tão pouca liberdade a outros animais como agora existe na bio-indústria. Os animais domésticos deambulavam livremente à volta da casa.
Comiam os restos e a certa altura também serviam de comida aos outros.

Animal Freedom acha que os animais não devem ser encerrados em espaços tão exíguos (por exemplo os peixes dourados em aquários de tipo boião) que não se podem comportar da forma que lhes é natural. O que achamos permissível é colocar uma vedação à volta dum prado para evitar que posam fugir. Os que vivem do outro lado têm o direito de não serem incomodados pelos animais dos vizinhos. Liberdade exige limites. Quem quer ter um animal de estimação deve primeiro considerar se realmente quer mantê-lo fechado em casa. Se resolve ter um animal, o melhor é ir buscá-lo ao asilo, mas mesmo assim não deve pensar que está a libertar um animal, uma vez que o lugar que ficou vazio é logo ocupado por um outro.
Talvez o melhor seja decidir não ter animais domésticos, mas em vêz disso pedir aos pais para ir visitar mais vezes os locais onde os animais se encontram.

   

É necessário para a tua saúde comeres animais?

Não, não necessitas para a tua saúde de comeres animais. Também não é necessário beber leite ou outros lacticínios. O leite é para as crias, e sobretudo nos primeiros dias o leite materno contém elementos úteis para as crias recuperarem do esforço da nascença. Tal como os vitelos as crianças deixam de precisar do leite (materno) depois de crescerem. Os lacticínios não são prejudiciais mas também de certeza que não são necessários.

Comer carne também não é necessário. Na carne estão muitos dos componentes e elementos que são necessários, mas para os digerir a carne tem de ser decomposta nos nossos intestinos em elementos básicos que também estão presentes nas plantas Portanto comer carne é no fundo uma via indirecta.

O que pode ser um argumento para comer carne é que manter a saúde custa menos esforço , pelo menos se não se comer demasiada carne. Um vegetariano que quer deixar totalmente de comer carne ou peixe tem de prestar mais atenção para ingerir o suficiente de uma variedade de alimentos básicos, sobretudo se decidir não comer absolutamente nenhum alimento de origem animal, como fazem os veganistas.

Quem tem muito interesse no comércio de carne e lacticínios faz tudo o que pode para convencer os outros que estes são necessários. Alguns talhistas até tentam explicar que os animais estão mortinhos por serem comidos.

   
Como posso comer sem prejudicar os animais?

O acordo dos pais é necessário para deixar de comer carne em casa.
Existem várias coisas que podes fazer para os animais. Se os teus pais não quiserem comprar substitutos para a carne ou não quiserem cozinhar sem carne, podes pedir-lhes que comprem de preferência carne biológica e ovos de galinhas do campo. A carne biológica é proveniente de animais que foram criados de forma a quanto possível viverem da forma que lhes é natural, e que não danifica gravemente o ambiente. É um passo em boa direcção.
   

É permitido matar um animal?

Na Holanda não se pode matar um animal de qualquer forma e sem razão . É claro que há diferenças entre as várias espécies. Matar um insecto como p.ex. um mosquito não é proíbido. Para um animal doméstico já é necessário ter-se uma boa justificação para o matar, por exemplo por ser muito velho e decrépito e estar quase a morrer de doente. Matar o animal não é permitido a pessoas privadas, deve ser o médico veterinário a fazê-lo.
Também não podemos ser nós próprios que matamos os animais que comemos, só profissionais devidamente autorizados os podem abater. Isto está assim regulado na Holanda para evitar que os animais sofram desnecessáriamente.

Qual é a situação dos caçadores?
Aos caçadores é exigida uma licença de caça, e só podem caçar algumas espécies. Caçar é proibido nas épocas em que os animais têm e cuidam das crias.

Mas os animais na natureza também se matam uns aos outros?

Na natureza os animais também se matam. Isso é um processo geralmente rápido e a razão é quase sempre para servirem de alimento, não por divertimento ou por acharem que os outros animais são incómodos.

Os animais não esmagam os insectos, têm a cauda para enxotar insectos incómodos. Matar para comer já acontece há milhões de anos.
Asssim se estabeleceu um equilíbrio na natureza entre os animais que caçam e os animais que são caçados. Enquanto um animal é saudável e não é demasiado velho, tem uma boa probabilidade de sobreviver. A natureza cuida assim da sua própria vitalidade. A morte na natureza é o destino dos animais que já não são capazes de cuidarem de si próprios.

Animal Freedom acha que os animais antes de morrerem devem ter a possibilidade tal como os seres humanos de desenvolverem o melhor e mais belo que têm, ou apenas de serem eles próprios. Em que direcção, que seja o animal a decidir, e evoluir só é possível em liberdade.

   

Os animais têm amor pelos seres humanos?

Quando um gato se roça pelas pessoas parece mesmo que sim. Um gato roça-se para deixar o seu cheiro nas nossas roupas. O gato pretende assim deixar claro aos outros gatos que este é que é o seu dono. Os comportamentos de animais que parecem confirmar que são doidos pelos seres humanos têm muitas vezes por origem quererem ser alimentados por eles. Álem disso muitos animais domésticos (como os cães) têm uma vida muito tediosa, e necessitam de alguma diversão. As pessoas muitas vezes não estão conscientes da forma como artificialmente criam a dependência nos animais. Parece que o animal doméstico os aprecia pelos cuidados que deles recebem. O que bem se pode dizer é que muitos animais gostam de viver perto dos seres humanos pela abundância de comida que ali encontram. Todavia os animais fazem o que podem para não serem capturados, porque gostam ainda mais da sua liberdade.

   

O que é isso, "respeito pelos animais"?

Os pais falam muitas vezes do respeito que se deve ter pelos outros. Geralmente referem-se a pessoas que dão nas vistas por serem diferentes. Por exemplo que deves respeitar os idosos que têm dificuldade em andar e respeitar pessoas de outras culturas que ainda há pouco aprenderam a falar Holandês. O respeito pelos animais refere-se ao mesmo. A maior parte dos animais prefere que as pessoas mantenham uma certa distância. Esse é o significado da palavra "respeito". Tem origem no Latim e significa (em traços largos) que no contacto com os outros primeiro nos devemos restringir um pouco até sabermos se os outros realmente têm interêsse no nosso contacto. Respeitar significa também que que primeiramente nos devemos perguntar se a nossa opinião sobre os outros está correcta. Alguns animais como os cães e os gatos requerem tal como as crianças muita atenção. Outros animais como as aves e os peixes só querem comer e de resto querem que os deixem em paz. Não há nenhum animal que queira viver fechado num caixote ou ser usado como instrumento de jogo ou de desporto, ou ser usado como alvo de competições na sua captura. A pesca com cana e anzol é um exemplo. O respeito pelos animais quer também dizer que isso não se faz.

   

As pessoas têm mais valor que os animais?

As pessoas têm tanto valor como o valor que julgam ter. Mas o que é o valor? O valor pode ser exprimido em dinheiro. Também pode ser exprimido em quantidades de tempo, esforço e dedicação. "Liberdade" é um exemplo (re)conhecido do que para as pessoas é o maior dos valores. É importante termos a consciência que ninguém tem tanto valor que possa fazer com a vida doutro, ser humano ou animal, tudo o que bem lhe apeteça. Ou recíprocamente: Nenhuma vida, seja de um ser humano ou dum animal, é tão insignificante que qualquer um possa fazer com ela tudo o que lhe der na cabeça.

As pessoas ou os animais que desrespeitam a liberdade dos outros arriscam-se a os outros se enfureçam tanto que acabem por os querer matar. É como se desta forma a vida deles perdêsse o valor. Basta pensar nas pessoas que agridem os outros ou os alvejam a tiro, correm o risco de por fim serem eles a morrer.

A liberdade é para os seres humanos um dos poucos valores pelos quais estão dispostos a oferecer a própria vida. A liberdade é portanto para eles mais importante que a sua própria vida. Um grupo muito pequeno (ao qual nós não pertencemos) também está disposto a oferecê-la pelos animais. Isto quer dizer que a maior parte das pessoas acha as outras pessoas mais importantes do que os animais, o que não quer dizer que um ser humano seja realmente mais importante.

Os animais ocupam-se com outras coisas que os seres humanos; não conhecem ambições, não têm o sentido da honra e não dispõem duma linguagem extremamente desenvolvida.
Os seres humanos e os animais estão em pé de igualdade quanto ao direito à liberdade. As diferenças e as semelhanças entre os seres humanos e os animais podem ser avaliadas de formas diferentes, desde que a liberdade dos animais seja respeitada.

     
   

Quais são as objeções ao comércio livres entre os países?

Regularmente reúnem-se todos os países do mundo para discutirem as regras que devem ser respeitadas no comércio mútuo. Estas reuniões são as negociações do WTO. Houve muitos protestos contra estas negociações em Seattle no fim de Novembro de 1999. Mas que se passa? A liberdade de comprar e de vender, tal como a liberdade que Animal Freedom quer para os animais, não é importantíssima para as pessoas? Não é importante que as pessoas dos países mais pobres possam ganhar o dinheiro suficiente para comprarem comida e outras coisas necessárias?

Claro que sim, mas a liberdade não pode subsistir sem se estabelecerem limites, senão não significa nada. Se niguém tivesse de respeitar limites, os mais fortes conquistariam todo o poder. E se os mais fortes apenas se interessassem por dinheiro, os mais fracos não teriam nada. Isto é válido tanto entre países como no recreio, no Estado como na rua.

É por já haver muita liberdade de comércio que podes comprar sapatos baratos fabricados no estrangeiro. Não é mesmo bom?  Nem sempre, porque quem fez os sapatos? Alguns sapatos são feitos por crianças no Terceiro-Mundo. E enquanto trabalham não podem frequentar a escola o que mais tarde lhes permitiria escolher em liberdade a profissão que vão poder exercer.

No supermercado podemos comprar maçãs vindas do outro lado do mundo. Quem paga os custos deste transporte pelo mundo fora? Pessoas que não têm nada a ver com as maçãs participam nos custos deste transporte até ao teu supermercado. Isto é pago com o dinheiro dos impostos.

As galinhas e os porcos no nosso país são alimentados com rações produzidas no Terceiro-Mundo, enquanto que as pessoas não têm espaço suficiente para cultivar os alimentos para elas próprias. Parte da carne produzida no nosso país volta ao Terceiro-Mundo e acaba por ser vendida no país donde as rações vieram. Isto em concurrência com os produtores de gado do Terceiro-Mundo. A consequência é que as pessoas não têm dinheiro para comprar esta carne, ou que não há oferta suficiente de alimentos produzidos na sua própria região.

Se cada país cuidasse de si próprio e respeitasse uns poucos limites, a exportação de alimentos geralmente não seria necessária. A perspectiva de poder comer de tudo, mesmo o que não pertence à natureza local ou fora da estação própria seduz as pessoas a explorar a natureza de forma abusiva. Por exemplo o salmão. Na Noruega o salmão é criado e mantido em grandes tanques para mais tarde poder ser vendido no estrangeiro. Estes peixes não vivem uma vida conforme a sua natureza, vivem apinhados e são alimentados com farinha de peixe que foi pescado no oceano. O carácter natural e o seu bem-estar são sacrificados ao lucro realizado no comércio com outros países. Os consumidores nos outros países nada sabem sobre as condições em que os animais tiveram de viver. Ninguém se importa com o que não sabe.

Animal Freedom ocupa-se com os alimentos de origem animal. Porque para transformar os animais em alimento para vender noutra parte do mundo é necessário que os custos da produção e o preço de venda sejam muito baixos. Ou ninguém os compraria. A diferença entre o preço actual e o que este deveria ser se os animais tivessem uma vida digna é paga pelos animais.

Animal Freedom acha que a carne deve deixar de ser exportada para os outros países, e quer que os produtores só criem animais para o mercado interno. Também queremos que os produtores sejam obrigados a tratar bem dos animais. Em troco o criador pode exigir que quem quer comprar produtos de origem animal pague o que eles realmente custaram.
Quem quer comer carne deve pagar o preço necessário. O animal já pagou com a sua vida. É de esperar que antes de morrer tenha tido liberdade suficiente para poder ter sido ele próprio, senão a sua vida não valeu nada. 
Não é assim para todos nós? Ou haverá uma forma de evitar que sejam os animais a pagar os custos?

     
   

Os animais nos jardins zoológicos são felizes?

Os jardins zoológicos foram criados por viajantes que trouxeram os animais dos confins do mundo, para mostrarem que espécies lindas e estranhas de animais lá viviam. Os visitantes não precisavam de viajar tão longe para os poder ver. Os jardins zoológicos faziam boas receitas cobrando os bilhetes de entrada. Mas rápidamente se notou que certos animais não viviam nada felizes num ambiente que para eles não era natural. Expressões como "andar às voltas como um tigre numa jaula" tem origem nesta situação. Hoje em dia os animais vivem geralmente em grupos mais equilibrados e as condições de vida nos zoológicos quanto a espaço e estruturas melhoraram muito. Já é raro ver animais ferozes em pequenas jaulas sem sequer terem qualquer possibilidade duma simulação da actividade de caça. Os animais que ainda habitam os jardins zoológicos têm tanto espaço como possível, e que imita quanto possível o seu habitat natural.

Como também cada vez há menos espaço na natureza para muitos animais, os jardins zoológicos têm agora uma nova função: criar animais para evitar a extinção de certas espécies. Mas às vezes os jardins zoológicos também sofrem de superlotação. Estes animais "excedentários" não são libertados na natureza, mas são mortos. O melhor seria devolver estes animais à natureza em regime de protecção. Os animais sentem-se sempre melhor no seu ambiente próprio e natural. Na Holanda existe a Estrutura Básica Ecológica. Isto significa que os pequenos espaços naturais estão interligados, para facilitar o trânsito e comunicação entre os animais (e as plantas) neles existentes. Desta forma pretende-se evitar a sua extinção e a endogamia (/consaguinidade).

Os animais selvagens não deviam estar no circo.

As visitas ao circo são sempre sensacionais. Vêem-se pessoas e animais que mostram habilidades notáveis. Mas infelizmente para os animais o circo não é um lugar muito feliz. E vou explicar porque não. Os animais do circo são animais que geralmente pertencem à natureza. Por exemplo os tigres ou os elefantes.

São animais selvagens que não estão habituados aos seres humanos. Além disso são enormes e perigosos. Por isso quando não actuam na pista vivem fechados em jaulas. Os animais selvagens não aprendem as habilidades que praticam na pista de forma espontânea. E também não têm nenhuma vontade de as aprender. Muitas vezes têm um medo enorme de as fazer. Preferem fazer outras coisas que para eles são naturais. Tal como qualquer um de nós. Mas têm de aprender a fazer e mostrar as suas habilidades. O domador usa por vezes meios dolorosos para os obrigar a aprender. E porque são perigosos o domador também usa a dor para lhes ensinar que são castigados se tentarem mordê-lo.

Os animais selvagens do circo vivem em pequenas jaulas excepto quando é a sua vez de actuar na pista. Às vezes estão fechados com os seus companheiros e às vezes completamente sós. É claro que não podem brincar ou correr. Por isso vivem uma vida tediosa ou muito triste. Preferiam a liberdade, mas no circo esta não existe. Por isso os circos não deviam usar animais selvagens. E um circo só com pessoas não pode ser um lugar de divertimento tão bom como com animais?

     
   

Podemos ensinar os animais a fazerem gracinhas tal como vemos no circo?

Quem leu as respostas dadas às perguntas anteriores já pode de facto prever a resposta que damos a esta. Para conseguirmos que os animais façam truques deste género é necessário fazê-los e mantê-los dependentes de nós. Por exemplo só lhes dando de comer desde que primeiro façam uma certa gracinha. Se os animais pudessem escolher nunca pensariam em fazer coisas destas por si próprios. E porque teriam vontade de as fazer? Os animais não têm nenhum interêsse em ganhar dinheiro ou em receber aplausos. Este tipo de incentivos não é apreciado pelos animais.

Podemos comparar a situação dos animais com a das crianças que têm de ir para a escola. As crianças também estão dependentes dos adultos e muitas vezes é contrariadas que vão para a escola aprender coisas. As crianças também preferem ser livres.

Mas a maior diferença entre as crianças e os animais é que as crianças mais tarde quando chegam à idade adulta recuperam a sua liberdade, enquanto que os animais domésticos, os animais do circo e os animais na bio-indústria nunca a recuperam. Animal Freedom acha isto injusto, e tu o que achas?